O labirinto do fauno
O LABIRINTO DO FAUNO (*)
Sérgio Telles
O filme de Guillermo del Toro entrelaça duas diferentes narrativas.
Uma, de cunho realista, se passa em 1944, na guerra civil espanhola. Capitão Vidal comanda um posto militar sediado num antigo moinho e ali recebe sua mulher grávida, acompanhada por Ofélia, a filha que ela teve em outro casamento. Acontecem escaramuças entre o exército franquista e guerrilheiros esquerdistas, com cenas de violências, heroísmo, lutas, perseguições, mortes, etc.
A outra é um conto de fadas que mostra o encontro de Ofélia com um fauno no labirinto do jardim do moinho. Ele a identifica como a princesa Moana e lhe delega tarefas para reconquistar seu perdido reino.
Embora seja possível interpretar o filme sob vários enfoques, restrinjo-me ao psicanalítico.
O texto completo deste artigo está no livro O PSICANALISTA VAI AO CINEMA II - Editora Casa do Psicólogo, São Paulo, 2008.
3 comentários 24 de Abril de 2007 às 18:34 Sérgio Telles